terça-feira, 31 de maio de 2011

Desculpem-me

Finalmente eu descobri a razão do meu comportamento auto-destrutivo. Não é óbvio o que isso quer dizer? Quer dizer que eu quero me destruir.

Por que eu quero morrer? Não pense que eu tenho problemas comigo. Não mesmo. Todos meus problemas vem dos outros, esse seres que fazem questão de serem ruins. Também não quero apontar culpados, até porque a pessoa que você vai pensar em culpar, foi quem me salvou, quem me salva. Mas vocês já pararam pra pensar quando foi que eu voltei a beber?
Se alguém estiver lendo isso, não entre em pânico, não mande uma ambulância para minha casa, eu não vou me matar. Seria injusto com você que se preocupa nem que seja um pouco comigo.
Agora você deve estar se perguntando qual a razão do título então. Já que eu não vou me matar, por que eu estaria me desculpando? Simples: Meu inconsciente quer que eu se isole, e vá me apagando aos poucos. Justamente pra não causar nenhum tipo de dano a vocês.
Então me desculpem, mas é isso. Não vejo motivo pra impedir meu inconsciente de forma geral. Desculpe a você que eu estou a desapontar. Desculpe a você de quem eu não vou conseguir me desligar e vou fazer chorar. Desculpe a você a quem ja me desliguei e/ou desapontei.

domingo, 8 de maio de 2011

Ao menos uma vez

Tem coisas na vida que nunca hão de mudar
Aquilo que  por ti sentia, sinto, sentirei
E se não for você, para que amar?
Nada fará sentido, nada ganharei

Não deu certo, você foi, eu fiquei
Sem você não há dia que valha a pena
Há cura, mas nenhum remédio tomarei
Pelo contrário, eternizo em poema

Mas hoje eu li a mensagem que você escreveu
Dizendo que também sentia saudade
Já fazem meses desde que agente se perdeu
É estranho dizer, mas me causou felicidade

Sim, feliz, porque hoje posso dizer
Antes de dormir, sei o que ela vai fazer
Vai pensar e lembrar. Esquecer que adormeceu
Ao menos uma vez, não serei só eu