De camisa de força num quarto acolchoado
Alguém me diga o que é que fiz de errado
Não sou obrigado a amar a vida
Me deixem ser um suicida
Me chamaram de maluco
Quando eu cortei os pulsos
Me trancaram no hospício
Quando pulei no precipício
Ainda dizem que é covardia
Receber a morte com alegria
Não há melhor sedativo
Do que um fim definitivo
De camisa de força num quarto acolchoado
Alguém me diga o que é que fiz de errado
Não sou obrigado a amar a vida
Me deixem ser um suicida
Todo vício em cigarrro e bebida
Não conseguiu fechar essa ferida
De toda essa gente pestilenta
E meu cérebro que não se aguenta
Me deixem partir dessa agonia
Viver é importante só na teoria
Onde é que esta minha liberdade
Quero deixar essa realidade
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Camisa de Força
Postado por Anderson às 23:50
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